Por que você precisa saber gerenciar projetos - Parte II: Caso Doutor Figueira (fictício)* Este artigo será postado em partes devido ao seu tamanho O analista modelou o sistema conforme seu levantamento de requisitos. Ele não se preocupou com as dúvidas que surgiram durante sua atividade, e pensou: “de nada adianta consultar o Doutor Figueira, pois ele não entende nada de desenvolvimento de sistemas...”. Também não se preocupou em documentar a modelagem inicial e final do sistema, pois tinha certeza que o Doutor Figueira também não iria querer saber dos aspectos técnicos. O que ele projetou ficou assim: ![]() O analista sabia que seu projeto de sistema não estava consistente, mas confiava que o programador corrigiria essas falhas ao implementar. O próximo passo era a codificação, ou seja, a construção do sistema pelo programador. Como era de praxe, ele programou mais ou menos como o analista tinha projetado. Afinal de contas, pensava ele, é comum que codificação não reproduza fielmente a descrição. O programador teve a idéia de mostrar o sistema para o Doutor Figueira antes de terminá-lo, pois estava inseguro quando às funcionalidades. O melhor, neste caso, pensou ele, seria adotar um modelo de desenvolvimento que previsse entregas parciais, pois o sistema era customizado ao negócio de Doutor Figueira. Entretanto, não havia tempo para testes, nem para rediscutir decisões já tomadas e nem dinheiro: era preciso começar logo outro projeto. Seu sistema ficou assim: ![]() Enfim, chegou o grande dia esperado pelo Doutor Figueira: o dia da entrega do projeto. Mas... ![]() Não muito feliz com o atraso, Doutor Figueira só pôde esperar. Ficou um tanto ansioso, pois apesar do aborrecimento, ia valer a pena, pensou. Até que chegou o grande dia: a equipe da Softmaximo foi ao consultório instalar o novo sistema de marcação de consultas. Referências: |
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