Por que você precisa saber gerenciar projetos - Parte III: Caso Doutor Figueira (fictício)* Este artigo será postado em partes devido ao seu tamanho Veja os resultados: Funcionalidades instaladas: ![]() Documentação do projeto: ![]() Custo do projeto: ![]() O que houve com “o pedido” do cliente? Você deve estar imaginando a decepção do Doutor Figueira e de sua secretária. E não é para menos: nada saiu como esperado. Sem nenhuma motivação para o uso do novo sistema, a manutenção só poderia ser assim: ![]()
Inconformado com a situação, Doutor Figueira ficou só com a conta para pagar, e sem vontade de fazê-lo. Sem saber onde realmente estava o erro, julgou que os funcionários da SoftMaximo eram péssimos profissionais, e que as informações passadas pelo representante comercial eram falsas. “Eles são amadores!” - pensou ele. A partir desse dia, sempre que alguém pede referências de uma empresa, Doutor Figueira diz: “qualquer uma, menos SoftMaximo!” É claro que o pessoal da SoftMaximo também não ficou contente com o resultado, pois mais uma vez não entregaram o que foi pedido pelo cliente e mancharam a imagem da empresa. Numa reunião (acontecimento inédito na empresa), com a presença de todos os envolvidos - o gerente desse projeto (que era o próprio analista de sistemas), o programador e até o representante comercial – houve uma grande discussão para entender o que havia acontecido. Eles tentaram entender por que seus projetos não davam certo. Chegaram à conclusão que faltava conhecimento de procedimentos metodológicos de gerenciamento, além da metodologia para o próprio desenvolvimento do sistema. ![]() Esse final de história, no mundo dos projetos, é mais comum do que você imagina. E não se engane, acontece também em grandes empresas. Referências: |
|||||||||